terça-feira, 17 de agosto de 2021

Rei Arthur

Escultura


Rubin Eynon, 2016

"Gallos", escultura em bronze de Rubin Eynon, de 2016, fixada em Tintagel, na Cornualha, Inglaterra. A escultura remete ao lendário Rei Arthur que teria sido concebido na fortaleza de Tintagel.


Pois lembrou-me a aparição do Fantasma no início de Hamlet!

Modos de aprisionar

Charge do dia


Benett 

segunda-feira, 16 de agosto de 2021

Difícil acreditar!



 A foto do ano?


Fotógrafo desconhecido.

Autoestima

Não venceu o concurso do melhor microconto. Então sapecou:

– Minha arte ainda não foi compreendida.



                Em parceria com meu amigo Moisés.

Aldravia N.95



 amarelo
vermelho
preto
gato
janela
lampião


Foto: autor desconhecido.

Perdão de Portugal

Laurentino Gomes postou no Twitter, 

há poucos minutos:




“Surpreendeu-me a reação de alguns portugueses à minha sugestão à @Visao_pt de que Portugal deveria reconhecer o seu papel na escravatura e pedir perdão às vítimas dessa imensa tragédia humanitária. Fui alvo de comentários agressivos, incluindo injúrias e ameaças nas redes sociais.”

 

“Em princípio, o perdão não deveria assustar tanta gente. Perdão nunca foi sinônimo de humilhação. Perdão não faz mal a ninguém. É somente o primeiro passo para a reconciliação. Perdão só é um incômodo a quem se recusa a pedi-lo ou a aceitá-lo.

Um pedido de perdão em nada diminuiria a grandeza de Portugal. Ao contrário, só o faria um país ainda mais admirado neste início de século XXI. A dificuldade em sequer admitir a hipótese indica que a escravatura é uma ferida ainda aberta. Que só se cura com… um pedido de perdão!”

 

“Na foto do post, o Infante Dom Henrique, o Navegador, no Mercado de Escravo de Lagos, Algarve, local do primeiro leilão de africanos em Portugal, em 8 de agosto de 1444, meio século antes da chegada dos portugueses ao Brasil, que seria o maior território escravista das Américas.”

 

 

Digo eu: países como a França, Inglaterra, Alemanha e outros têm pedido perdão às ex-colônias, por um passado inglório. Por que Portugal não pode fazer o mesmo, com relação à escravidão?

Mulheres apagadas

A foto do dia

 

Cabul

As mulheres começam a ser apagadas do Afeganistão!

Barco furado

Charge do dia 


João Montanaro / Folhapress

domingo, 15 de agosto de 2021

Paula e seu barco



Foto da Paula e seu belo barco, o Búzios Divers II.

É raríssima oportunidade de vê-los fora d’água!

A cidade e o monstro

 


O que há de tão espetacular nessa fotografia? Ela me impressionou fortemente, desde a primeira mirada. Penso que seja pelo contraste.

No primeiro plano vemos uma rua surpreendentemente plana, movimentada, os anúncios de pequenas lojas, um bar com propaganda da Coca-cola na entrada, gente nas calçadas. O dia está ensolarado e cheio de vida! A arquitetura das construções é típica da região, uma cidade na Suíça, e muito bonita. 

            No segundo plano, o início da montanha, algumas casas em meio a pinheiros, o gramado verde que chega até uma muralha de pedra.

            Ao fundo, o monstro de uma montanha! A ameaça é que ela possa desabar sobre a pequena cidade, soterrando tudo.


            Existe a fotografia e existe o olhar de quem a vê. O que descrevo é o meu olhar, e como a primeira impressão foi instantânea, certamente há muito do meu inconsciente nesse olhar. 

            Este texto constitui um bom exemplo do que chamo escrita terapêutica. De início, sei apenas que a foto é espetacular, pela impressão que me causou. Continuo a descrição e só ao final é que percebo do que se trata.