Foto: Mercêdes Fabiana, abr 2018
segunda-feira, 30 de abril de 2018
domingo, 29 de abril de 2018
Saber
Quando a conheceu, ela sabia pouco e ele tudo lhe ensinou. Na velhice, ela precisou ensinar-lhe tudo, pois ele não sabia mais nada.
sexta-feira, 27 de abril de 2018
bela acácia
sol frio da manhã
faz brilhar a bela acácia
o inverno que chega
Foto: AVianna, abr 2018, jardim
Clique para ver melhor a foto.
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quinta-feira, 26 de abril de 2018
Palmeiras vence o Boca
A foto do dia
Diante de 50.000 argentinos, o Palmeiras derrota o Boca Juniors por 2 a 0 na Bombonera, e se classifica para a segunda fase da Libertadores.
Jogo difícil, é claro. Palmeiras dominou os 10 primeiros minutos, o que foi fundamental para aplacar o entusiasmo do adversário. Em seguida, o Boca assumiu o controle da partida, diante do recuo dos brasileiros. Mas permaneceu bem na defesa, o Palmeiras.
Até que Keno brilhou, com cabeçada certeira: 1 a 0!
No segundo tempo, surpreendentemente, o Palmeiras foi melhor. Diante da lambança da defesa do Boca, Lucas Lima fez um lindo gol por cobertura. A partir daí, o Palmeiras tocou a bola, à moda do Barcelona!
Apenas cinco times brasileiros obtiveram a vitória na Bombonera até hoje. O verdão foi o último deles!
Avante Palmeiras!
Jogo difícil, é claro. Palmeiras dominou os 10 primeiros minutos, o que foi fundamental para aplacar o entusiasmo do adversário. Em seguida, o Boca assumiu o controle da partida, diante do recuo dos brasileiros. Mas permaneceu bem na defesa, o Palmeiras.
Até que Keno brilhou, com cabeçada certeira: 1 a 0!
No segundo tempo, surpreendentemente, o Palmeiras foi melhor. Diante da lambança da defesa do Boca, Lucas Lima fez um lindo gol por cobertura. A partir daí, o Palmeiras tocou a bola, à moda do Barcelona!
Apenas cinco times brasileiros obtiveram a vitória na Bombonera até hoje. O verdão foi o último deles!
Avante Palmeiras!
quarta-feira, 25 de abril de 2018
Bajau, os ciganos do mar
A reportagem com o título Mutação genética que permite mergulho livre é descoberta no povo Bajau, os “ciganos do mar” da Indonésia, por Natasha Romanzoti (21abr 2018), é surpreendente!
Estudo conjunto das universidades de Copenhague, Cambridge e Califórnia, descobriu que os Bajau, povo que vive na Indonésia, têm baços geneticamente aumentados que lhes permitem mergulhar livremente em profundidades de até 70 metros.
Resposta de mergulho é uma reação fisiológica do corpo ao mergulhar e consta de diminuição da frequência cardíaca, contração dos vasos sanguíneos e baço, o que ajudará a economizar energia em condições de pouco oxigênio. A relação entre o tamanho do baço e a capacidade de mergulho nunca foi examinada em indivíduos no nível genético. “Agora, temos provas de que uma adaptação genética do tipo realmente ocorreu em seres humanos, tornando-os melhores em mergulhar”, informa a reportagem.
“Por mais de mil anos, o povo Bajau, conhecido como “nômades do mar” ou “ciganos do mar”, viaja pelos mares do sudeste asiático em casas flutuantes, coletando alimentos no oceano usando lanças. Agora instalados nas ilhas da Indonésia, são famosos em toda a região por suas extraordinárias habilidades de mergulho e retenção de ar. Os Bajau podem mergulhar até 70 metros usando nada mais do que um conjunto de pesos e um par de óculos de madeira.”
A pesquisadora Melissa Ilardo suspeitava que os Bajau poderiam ter baços geneticamente adaptados como resultado de seu estilo de vida marinho, baseada em descobertas em outros mamíferos. Por exemplo, a foca-de-weddell tem um baço desproporcionalmente grande. O mesmo poderia ser verdade em seres humanos.
“A contração do baço cria um aumento de oxigênio pela ejeção de células vermelhas do sangue para a circulação. Estudos já descobriram que essa reação fornece um aumento de até 9% no oxigênio, prolongando assim o tempo de mergulho.” Os Bajau têm um tamanho médio de baço 50% maior do que os Saluan. Os baços aumentados foram vistos até nos indivíduos Bajau que não mergulhavam.
Os Bajau têm um gene chamado PDE10A que os Saluan não possuem. Acredita-se que o PDE10A controle os níveis do hormônio tireoidiano T4. Essa adaptação genética pode aumentar os níveis de tal hormônio da tireoide, o que, consequentemente, aumenta o tamanho do baço.
O estudo também tem implicações para a pesquisa médica. “A resposta ao mergulho humana simula as condições de hipóxia aguda em que o tecido corporal sofre um rápido esgotamento de oxigênio. Essa é uma das principais causas de complicações e mortes nas salas de emergência hospitalares.”
Conclui a reportagem: “Este estudo é um exemplo maravilhoso do valor de estudar essas pequenas populações que vivem sob condições extremas”, disse o professor Eske Willerslev, orientador de Ilardo. “Muitas estão ameaçadas e isso não é apenas uma perda cultural e linguística, mas para a genética, medicina e ciências em geral. Ainda há muita informação a ser coletada dessas populações pouco estudadas”.
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