segunda-feira, 29 de julho de 2019

Caryota mitis, flor-borboleta


Nome Científico: Caryota mitis
Sinonímia: Caryota furfuracea, Caryota griffithii, Caryota javanica, Caryota nana, Caryota propinqua, Caryota sobolifera, Caryota speciosa, Drymophloeus zippellii, Thuessinkia speciosa
Nomes Populares: Palmeira-rabo-de-peixe, Cariota-de-touceira , Palmeira-rabo-de-peixe-de-touceira
Família: Arecaceae
Categoria: Árvores, Palmeiras
Clima: Equatorial, Mediterrâneo, Oceânico, Subtropical, Tropical
Origem: Ásia, Birmânia, Bornéu, China, Filipinas, Java, Malásia, Oceania, Sri Lanka, Tailândia, Vietnã


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No dia 7 de julho iniciamos o registro fotográfico da abertura da flor da nossa cariota. Ela aparece parcialmente envolta pela capa protetora, resistente, e seu desabrochar começa pela parte média; ela permanece fortemente presa nas extremidades. O processo iniciou-se já a alguns dias.



Cinco dias depois, acentua-se o desabrochar. Os pendões estão presos ainda nas extremidades, aparentemente prontos a se desfazerem.



Após 6 dias temos a impressão de que a flor estará livre a qualquer momento.



A foto mostra em detalhe a interessante amarração inferior.



Nove dias depois a flor ainda permanece atada nas extremidades. 



Visão do lado oposto, 18 dias depois do primeiro registro, mostra pequena parte dos pendões já soltos. A amarração prossegue.



Vinte e três dias depois a flor está prestes a se libertar.

 


Após 24 dias – um longo período de tempo – desfaz-se a amarração superior, abre-se a flor, o casulo fibroso ainda pendurado.  



E o processo termina, com um mês de duração. Por que é tão lento? Penso em uma borboleta que sai lentamente de seu casulo. Maturação?



Fotos: AVianna, jul 2019, jardim.
iPhone8, sem qualquer edição.

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