segunda-feira, 25 de junho de 2012

Giordano Bruno (detalhe)


Ao contrário do que se pensa comumente, Giordano Bruno não foi queimado na fogueira por defender o heliocentrismo de Copérnico.
Um dos pontos chaves de sua cosmologia é a tese do universo infinito e povoado por uma infinidade de estrelas, como o Sol, e por outrosplanetas, nos quais, assim como na Terra, existiria vida inteligente.[6] Sua perspectiva se define a partir das idéias de Nicolau da Cusa,Copérnico e Giovanni Battista della Porta.
Sua relatividade antecipou em séculos a relatividade de Einstein: num universo infinito, qualquer perspectiva de qualquer objeto é sempre relativa à posição do observador, há infinitos referenciais possíveis e não existe nenhum privilegiado em relação aos demais.[7] Também pode ter introduzido algumas idéias do que seria depois a Teoria da Evolução de Darwin[6] e antecipou a existência de planetas extrassolares.[7]
Segundo John Gribbin, em seu livro Science: A History (1543-2001), Bruno filiou-se ao hermetismo, baseado em escrituras egípcias, da época de Moisés. Entre outras referências, esse movimento utilizava os ensinamentos do deus egípcio Thoth, cujo equivalente grego era Hermes (daí hermetismo), conhecido pelos seguidores como Hermes Trimegistus. Bruno teria abraçado a teoria de Copérnico porque ela se encaixava bem na idéia egípcia de um universo centrado no sol.
Deus seria a força criadora perfeita que forma o mundo e que seria imanente a ele. Bruno defendia a crença nos poderes humanos extraordinários, e enfrentou abertamente a Igreja Católica e seus preceitos.[2]
Ref.:  http://pt.wikipedia.org/wiki/Giordano_Bruno

Foto: A. Vianna, 2011, Roma.

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