Baseado em fatos reais.
terça-feira, 22 de julho de 2014
Pé-quente, pé-frio
segunda-feira, 21 de julho de 2014
A dança, de Henri Matisse
Existem duas versões desta
obra. A primeira (de 1909), atualmente no MomA, em Nova Iorque, e que aqui vai
estampada, usa cores mais pálidas, com menos detalhes. A segunda versão (1910) encontra-se
no Museu Hermitage.
Foto: A.Vianna, NY, 2012.
sexta-feira, 18 de julho de 2014
A infância de Eliane Brum
Eliane Brum, gaúcha de Ijuí, é
documentarista, jornalista e escritora. Eu já conhecia a moça, de crônicas
esparsas em jornais e revistas, e já gostava muito dela.
Em uma resenha publicada no Valor em 11
de julho último, por Gonçalo Júnior, tomei conhecimento de seu novo livro, Meus
desacontecimentos: a história da minha vida com as palavras (Ed. LeYa, 2014). O
livrinho (porque de formato pequeno, 140 páginas) é ótimo!
Eliane
começa falando da irmã que morreu antes dela nascer e que marcou
definitivamente sua primeira infância. “E é curioso que minha primeira
lembrança seja a morte”, escreve ela. Lembrei-me do último romance de Valter
Hugo Mãe, A desumanização, cujo tema central é
semelhante: uma das irmãs gêmeas morre e a outra passa a ser chamada de “a
menos morta”. Havia uma mais morta e outra menos morta.
Lembrei-me ainda do livro de José Saramago intitulado As
pequenas memórias (Companhia das Letras, 2006), onde o autor revive a infância, seus medos,
humilhações, toda sorte de dificuldades.
A menina, que desejava ser Isabel mas foi nomeada Eliane,
cresce, fala da família – particularmente dos avós e pais – com aguçadíssimo
senso de observação, numa escrita bem humorada. Transcrevo a descrição do avô:
“Meu avô a rigor não era um
analfabeto, faltavam-lhe as vogais da alma.
Não se interessava por romances
nem por sutilezas. Para ele, a vida parecia bastante simples. Bastava uma bela
polenta, uma mulher bonita que soubesse fazer uma bela polenta, uma caçada de
codornas (para comer com uma bela polenta, na companhia de uma mulher bonita).”
Eliane entremeia o passado com atualidades, destacando
sua atuação como jornalista de posições firmes e independentes.
“A reportagem me deu a
chance de causar incêndios sem fogo e espernear contra as injustiças do mundo
sem ir para a cadeia. Escrevo para não morrer, mas escrevo também para não
matar.
Ouvi de alguns chefes que a
indignação faz mal para o exercício do jornalismo, que bom jornalista não tem
causa. Discordo. Indignação só não faz bem para quem tem como única causa a do
patrão.”
O
livro termina – a autora por volta de seus 21 anos de idade – com uma confissão
corajosa, intimista, de uma mulher que aprendeu fazer de sua fragilidade a sua
força. Eliane destaca, acima de tudo, a importância da escrita nesse processo, e que ela domina magistralmente.
Eu,
modestamente, não me canso de repetir: a escrita é terapêutica.
quinta-feira, 17 de julho de 2014
Pinturas flutuantes
Dupla de artistas de Nova Iorque, Cassandra e Jeremy Floto, talvez inspirada em Pollock, cria "pinturas"suspensas no ar. Isso é arte?
http://www.theguardian.com/artanddesign/jonathanjonesblog/2014/jul/16/moving-pictures-floating-paintings-floto-warner#_
Desolação
A foto do dia.
Mulher palestina sentada entre escombros, em Gaza.
http://www.theguardian.com/world/2014/jul/17/gaza-crisis-humanitarian-truce-due-to-start-live-updates
quarta-feira, 16 de julho de 2014
O nascimento de Vênus, de Sandro Botticelli
Alessandro di Mariano di Vanni Filipepi, ou Sandro Botticelli (1445-1510).
Encomendado por Lorenzo di Pierfrancesco de Médici para a Villa Medicea di Castello, provavelmente em 1485, o quadro restaurado encontra-se na Galeria Uffizi, em Florença.
terça-feira, 15 de julho de 2014
Crime e castigo
Baseado em fatos reais.
Matou
a amante, esquartejou-a e espalhou os pedaços em sacos de lixo. 20 anos depois
perambula pela cidade vasculhando lixeiras.
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