quarta-feira, 12 de junho de 2013

A Porta do Inferno

          Poucas coisas podem impressionar mais o viajante que a visão da Porta do Inferno, de François Auguste René Rodin (1840-1917). Inspirada na Divina Comédia, de Dante Alighieri, a obra levou 37 anos para ser concluída. 
          A escultura inclui outras obras bem conhecidas do autor, como O Pensador e O beijo. 
          Repousa hoje no belíssimo Museu Rodin, antigo prédio do Hotel Biron, utilizado por Rodin como sua oficina a partir de 1908.








Ref.:

Fotos: A.Vianna, Paris, 2013.

Amor à natureza




De quebra, ao fundo, a Notre Dame...

Fotos: A.Vianna, Paris, 2013.

terça-feira, 11 de junho de 2013

Museu Marmottan Monet, Paris



         O Museu Marmottan Monet não faz parte dos endereços mais badalados de Paris, se comparado ao Louvre, d`Orsay, Orangerie, Pompidou, Cluny e alguns outros. No entanto, contem o maior acervo sobre Monet, incluindo obras doadas por seu segundo filho, Michel.
Ao visitá-lo, o viajante verá três quadros inesquecíveis, de autoria de Claude Monet. O primeiro, intitulado Impressão, sol nascente, pintado em 1873, deu origem a um dos movimentos artísticos mais importantes de todos os tempos, o Impressionismo.






Fotos: A.Vianna, Paris, 2013.

segunda-feira, 10 de junho de 2013

Aprender com a experiência.


Gabriela aprendendo que é preciso quebrar os ovos, 
e como fazê-lo, 
se deseja comer uma omelete.


Fotos: A.Vianna, Brasília, 2013.

É fogo!


Adolescentes são presos por incendiar escola islâmica em Londres.
Antes de desocuparem a área invadida, índios incendeiam a sede da fazenda.
Toda (quase) manifestação de protesto de alguma comunidade, muitas vezes bastante justificável, que tem como método a interrupção de uma via pública, uma estrada, termina com uma fieira de pneus incendiados.
Cada vez mais frequentes, manifestações de origem racial, política, ou mesmo sem qualquer razão aparente, em cidades como Londres e Paris, terminam com dezenas de carros queimados.
Queimar ônibus então, virou arroz de festa! Subiu o preço das passagens: 20 ônibus queimados.
A polícia desbaratou poderosíssima quadrilha que agia de dentro das penitenciárias. A represália se faz de imediato: QUEIMEM 300 ÔNIBUS! E a ordem é obedecida! Com ou sem os passageiros dentro.
O exemplo mais eloquente de se fazer justiça com as próprias mãos constitui-se no famigerado “micro-ondas”: empilham-se alguns pneus, botam o condenado dentro, despejam gasolina, ateiam fogo.
Foi-se o tempo, felizmente, em que os monges imolavam-se pelo fogo.
A moda agora é incendiar dentistas...
Bem menos trabalhoso que enterrar a vítima de um assassinato, o que exigiria no mínimo pá, picareta e muito suor, é tocar fogo no presunto.
Um bom número de incêndios florestais é de origem criminosa. No cerrado, as autoridades fazem aceiros ao longo das rodovias, para que o fogo iniciado por pontas de cigarro (igualmente criminosas) não se alastre.
Os dois últimos filmes do Tarantino, Bastardos inglórios e Django livre,  ambos magníficos em meu modo de apreciar cinema, terminam em incêndios espetaculares, na tentativa fantasiosa (e cinema não é mesmo fantasia?) de purgar o holocausto e a escravidão.
Começo a acreditar que Nero botou mesmo fogo em Roma...


quinta-feira, 6 de junho de 2013

A Madona de Bruges




Uma única escultura de Michelangelo Buonarroti (1475-1564) deixou a Itália durante toda a vida do artista, a denominada Madona de Bruges. A família de comerciantes Giovanni e Alessandro Moscheroni comprou o mármore, originalmente destinado a alguma igreja italiana, por 4000 florins. Este acontecimento ilustra bem o poderio econômico de Bruges no início do século XVI, como próspero centro comercial da Europa.
Dois aspectos da escultura realizada entre 1501 e 1504 chamam nossa atenção de imediato, e intrigam os estudiosos de Arte. Maria olha para baixo, seu olhar sério, reflexivo, não se dirige ao filho, como em tantas outras esculturas e pinturas do gênero. E o menino, já bem desenvolvido, crescidinho e forte, parece querer descer do colo da mãe e caminhar. As ilações daí decorrentes ficam por conta do viajante...
A obra prima repousa hoje na Igreja de Nossa Senhora, em Bruges.




Fotos: A.Vianna, Bruges, 2013.