domingo, 15 de novembro de 2020

Contrabando


 


In Antologias de antologias, Magaly T.Gonçalves et al., Musa editora, 1995.

Naturezas Mortas


“Natureza-morta é um tipo de pintura e fotografia em que se veem objetos inanimados, como frutas, louças, instrumentos musicais, flores, livros, taças de vidro, garrafas, jarras de metal, porcelanas, dentre outros objetos. Se refere à arte de pintar, desenhar, fotografar composições deste gênero. 

          Na arte contemporânea, é frequente se utilizar, ainda, outros suportes para estas representações de objetos inanimados, como a escultura, instalação e a videoarte, como referências à história da arte.

          Esse gênero de representação surgiu na Grécia antiga, e também se fez presente em afrescos encontrados nas ruínas de Pompeia. 

          A denominação natureza-morta surgiu na Holanda no século XVII, nos inventários de obras de arte. A expressão competiu durante algum tempo com natureza imóvel e com representação de objetos imóveis no século XVIII.”

          Entre os grandes pintores, Caravaggio é considerado dos primeiros a pintar naturezas mortas. A primeira imagem a seguir é dele, e famosíssima!


https://pt.wikipedia.org/wiki/Natureza-morta

 

          Eis algumas das minhas preferidas, que revelam as mudanças ocorridas ao longo de cinco séculos na composição das naturezas mortas:



Michelangelo Meriti Caravaggio (1571-1610)




Joachim Beuckelaer (1533-1574)




Panfilo Nuvulone, 1620



Pieter Claesz, 1627



Rembrandt van Rijn, 1639



Jean Siméon Chardin, 1737



Vincent van Gogh, 1888



Almeida Júnior(1850-1899)



Paul Cézane, 1894



Piet Mondrian, 1901



Helen Augusta Hamburger, 1910



Pablo Picasso, 1925 



René Magritte, 1935



Martiros Saryan (1880-1972)



Andy Warhol, 1962


Aldemir Martins, 2003



Lucy Citti Ferreira (2011-2008)




Saudade do Rio Negro

 De tempos em tempos, revisito o Rio Negro, o lugar mais lindo onde já estive! Mar de água doce e quente, cor de mate.









quarta-feira, 11 de novembro de 2020

Acácia imperial

 Fotografia




Uma vez a cada ano a acácia imperial - árvore favorita de minha mãe - se veste de amarelo. Ao fundo, o imponente mogno.


Foto: AVianna, nov 2020
Nikon D7200

segunda-feira, 9 de novembro de 2020

domingo, 8 de novembro de 2020

Não fosse a poesia...

Ao poeta Paulo Sergio Viana



Marco Luchesi / Gustavo Stephen

 


Por Marco Lucchesi, escritor, presidente da ABL:

 

“Não fosse a poesia, seria impossível respirar na quadra atual. Um tempo inimigo dos poetas. Não é pequena coisa rebelar-se. Imaginar o avesso do presente. E emprestar ao sonho cidadania. Um estatuto de emancipação. Caminho solidário. A poesia é núcleo de inquietação e liberdade. Comunhão de vida e pensamento, pedra e nuvem: o que podia ter sido e o que será. A poesia reclama o direito de sonhar. Traduz a forma de saber que estamos vivos, se já não desistimos do futuro. A poesia é máquina do tempo: de Homero ao poeta de 2080. A poesia é irmã gêmea do saber. E sonda o que não sabe. Generosa e ecumênica. Ignora as leis de mercado. Altiva e mercurial. Passam os bárbaros. Morrem os impérios. Mas a poesia não perde sua antiga juventude.”

 

 

 

https://blogs.oglobo.globo.com/ancelmo/post/marco-lucchesi-e-sua-ode-poesia-em-um-tempo-inimigo-dos-poetas.html

 

barqueiro e seu filho


Fan Ho


barqueiro e seu filho
águas tranquilas do lago
a vista da margem


Sossego


Sossego é o nome do vinho, estampado em chamativo rótulo, produzido pela Herdade do Peso, no Alentejo. 

            A surpresa vem quando leio o contrarrótulo, em busca de mais informações sobre a bebida:

 

“Haja sossego, que se vai abrir um segredo alentejano. Haja calma, tempo e quietude para apreciar à mesa o corpo e a alma da Vidigueira. Haja sossego alentejano para criar espaço na agitação do dia-a-dia e sentir a singularidade das planícies onduladas da Herdade do Peso, esse lugar único onde nasce este vinho. Oiça-o, respire-o, saboreie-o sem pressa. O nome diz tudo.”

 

Então não é uma poesia?! Trata-se, com diz o texto, de vinho para o dia a dia, observação franca, honesta e verdadeira.

        Esses portugueses...  

Frutas

Meus quadros preferidos 



Martiros Saryan


Martiros Saryan foi um pintor armênio, fundador da moderna escola nacional de pintura na Arménia. 
Nascimento: 1880, Nakhichevan-on-Don, Rússia
Falecimento: 1972, Yerevan, Armênia

Festa de aniversário

 

Chegou-se à mesa de salgados, contou 10 miniquibes no pratinho de papelão. Comeu 9 e se foi, feliz da vida, rindo à toa.