domingo, 15 de novembro de 2020
Naturezas Mortas
“Natureza-morta é um tipo de pintura e fotografia em que se veem objetos inanimados, como frutas, louças, instrumentos musicais, flores, livros, taças de vidro, garrafas, jarras de metal, porcelanas, dentre outros objetos. Se refere à arte de pintar, desenhar, fotografar composições deste gênero.
Na arte contemporânea, é frequente se utilizar, ainda, outros suportes para estas representações de objetos inanimados, como a escultura, instalação e a videoarte, como referências à história da arte.
Esse gênero de representação surgiu na Grécia antiga, e também se fez presente em afrescos encontrados nas ruínas de Pompeia.
A denominação natureza-morta surgiu na Holanda no século XVII, nos inventários de obras de arte. A expressão competiu durante algum tempo com natureza imóvel e com representação de objetos imóveis no século XVIII.”
Entre os grandes pintores, Caravaggio é considerado dos primeiros a pintar naturezas mortas. A primeira imagem a seguir é dele, e famosíssima!
https://pt.wikipedia.org/wiki/Natureza-morta
Saudade do Rio Negro
De tempos em tempos, revisito o Rio Negro, o lugar mais lindo onde já estive! Mar de água doce e quente, cor de mate.
quarta-feira, 11 de novembro de 2020
Acácia imperial
Fotografia
segunda-feira, 9 de novembro de 2020
domingo, 8 de novembro de 2020
Não fosse a poesia...
Ao poeta Paulo Sergio Viana
Marco Luchesi / Gustavo Stephen
Por Marco Lucchesi, escritor, presidente da ABL:
“Não fosse a poesia, seria impossível respirar na quadra atual. Um tempo inimigo dos poetas. Não é pequena coisa rebelar-se. Imaginar o avesso do presente. E emprestar ao sonho cidadania. Um estatuto de emancipação. Caminho solidário. A poesia é núcleo de inquietação e liberdade. Comunhão de vida e pensamento, pedra e nuvem: o que podia ter sido e o que será. A poesia reclama o direito de sonhar. Traduz a forma de saber que estamos vivos, se já não desistimos do futuro. A poesia é máquina do tempo: de Homero ao poeta de 2080. A poesia é irmã gêmea do saber. E sonda o que não sabe. Generosa e ecumênica. Ignora as leis de mercado. Altiva e mercurial. Passam os bárbaros. Morrem os impérios. Mas a poesia não perde sua antiga juventude.”
Sossego
Sossego é o nome do vinho, estampado em chamativo rótulo, produzido pela Herdade do Peso, no Alentejo.
A surpresa vem quando leio o contrarrótulo, em busca de mais informações sobre a bebida:
“Haja sossego, que se vai abrir um segredo alentejano. Haja calma, tempo e quietude para apreciar à mesa o corpo e a alma da Vidigueira. Haja sossego alentejano para criar espaço na agitação do dia-a-dia e sentir a singularidade das planícies onduladas da Herdade do Peso, esse lugar único onde nasce este vinho. Oiça-o, respire-o, saboreie-o sem pressa. O nome diz tudo.”
Então não é uma poesia?! Trata-se, com diz o texto, de vinho para o dia a dia, observação franca, honesta e verdadeira.
Esses portugueses...
Frutas
Meus quadros preferidos
Festa de aniversário
Chegou-se à mesa de salgados, contou 10 miniquibes no pratinho de papelão. Comeu 9 e se foi, feliz da vida, rindo à toa.






























