A
crônica de Luis Fernando
Verissimo para O Estado de S. Paulo de 21 Setembro 2017, intitulada Decadentes – O neonazismo brasileiro não é nem original,
merece especial destaque nesse blog, e parte dela é integralmente transcrita,
para deleite daqueles apaixonados pela palavra, seja oral seja escrita.
Verissimo reafirma que “é
a palavra escrita que dá permanência à linguagem”. E diz que o leitor ideal é
você, lendo para você mesmo.
Há quem goste de ouvir
poesia declamada pelo próprio autor (temos entre nós, por exemplo, gravações de
Carlos Drummond de Andrade, com aquela vozinha pequena dele), ou por
profissionais, geralmente atores de teatro.
Há quem tenha preferência
por ouvir a própria voz interior, ao ler um poema em silêncio. Pertenço a este
último grupo.
De qualquer modo, viva a
palavra!












