terça-feira, 19 de junho de 2012
Fontana di Trevi
"A fonte situava-se no cruzamento de três estradas (tre vie), marcando o ponto final do Acqua Vergine, um dos mais antigos aquedutos que abasteciam a cidade de Roma. No ano 19 a.C., supostamente ajudados por uma virgem, técnicos romanos localizaram uma fonte de água pura a pouco mais de 22 quilômetros da cidade (cena representada em escultura na própria fonte, atualmente). A água desta fonte foi levada pelo menor aqueduto de Roma, diretamente para os banheiros de Marco Vipsânio Agripa e serviu a cidade por mais de 400 anos.
O "golpe de misericórdia" desferido pelos invasores godos em Roma foi dado com a destruição dos aquedutos, durante as Guerras Góticas. Os romanos durante a Idade Média tinham de abastecer-se da água de poços poluídos, e da pouco límpida água do rio Tibre, que também recebia os esgotos da cidade.
O antigo costume romano de erguer uma bela fonte ao final de um aqueduto que conduzia a água para a cidade foi reavivado no século XV, com o Renascimento. Em 1453, o Papa Nicolau V, determinou que fosse consertado o aqueduto de Acqua Vergine, construindo ao seu final um simples receptáculo para receber a água, num projeto feito pelo arquiteto humanista Leon Battista Alberti."
Referência: http://pt.wikipedia.org/wiki/Fontana_di_Trevi
Foto: André Vianna, 2011, Roma.
Rodin (Os burgueses de Calais)
"Em 1888, Auguste Rodin, o famoso escultor francês, foi convidado pelo prefeito de Calais a executar uma escultura em homenagem aos seis burgueses. A obra original está na cidade, mas há cópias em diversas praças e museus do mundo. As imagens que você vê são da instalação que existe no Victoria Tower Gardens, ao lado do Parlamento inglês em Londres.
O mais bacana desta escultura é a representação desprovida de heroísmo que Rodin fez de seis homens poderosos. A face de cada um reflete o desespero da situação, as roupas e as cordas deixam suas figuras frágeis e impotentes frente ao destino trágico que acaba não acontecendo."
Referência: http://www.dezcomunicacao.com.br/blog/?p=125
Foto: André Vianna, 2012, Londres
segunda-feira, 18 de junho de 2012
quarta-feira, 13 de junho de 2012
Meus cães, eu mesmo
Dora sacode o portão com seu rugido
Berta deita-se com as mãos cruzadas
Lola pede para olhar pela janela
Lenda acorre ao cheiro do café
Camões pensa
Nina Simone elege uma cadeira na cozinha
Falena é louca por um sofá
Lola morre de ciúme
O olhar de Berta é irresistível
Camões tem o mau humor do dono
Nina Simone é puro amor
Dora dá a vez na hora de beber água
Falena corre como um cavalo
Dora liderava
Berta assumiu a casa
Lenda não pôde
Falena ainda brinca
Até que surgiu Juliette
Que rosna por qualquer coisa
Mas todos latem para o carteiro.
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